Paróquia de São Pedro Apóstolo - Ponta Verde

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P. de São Pedro Apóstolo

Rua Gaspar Ferrari Moura, 251
Ponta Verde
Maceió - AL, 57035-100
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Horário de Missas

de terça a sexta: Às 17h
Sábado:  Às 17h e 19h
Domingo: Às 8h, 17h  e 19h
1ª Terça do mês - Missa de
Cura e Libertação: Às 19h.

O Pescador

Santo Sudário

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CELEBRAÇÃO DO 4º DOMINGO DA PÁSCOA - 2015 PDF Imprimir E-mail
Homilias
bompastor1ª. Leitura: Atos 4,8–12
Salmo 117(118)
2ª. Leitura: 1 João 3,1–2
Evangelho: João 10,11-18
O Bom Pastor

Hoje celebramos o domingo do Bom Pastor. O caminho pascal só tem sentido se continuarmos a fixar o nosso olhar em Cristo, Bom Pastor. O Senhor ressuscitado se revela como pastor de nossas vidas e manifesta ternura e cuidado para com cada um de nós. Na Eucaristia Jesus realiza o máximo de sua entrega, dando-nos seu corpo em alimento para a nossa vida. Alegremo-nos ao celebrar a Páscoa, que se manifesta no amor de Deus, nosso Pastor, e na Igreja, que luta, no cuidado pela vida de cada um de nós, filhos de Deus.

Na 1ª Leitura vemos a defesa de Pedro diante do Sinédrio. O mesmo Pedro que teve tanto medo, e apavorado no dia da Paixão, negou Jesus três vezes. Agora, não muito tempo depois, cheio do Espírito Santo, enfrenta com coragem o julgamento do Sinédrio, podendo morrer por Jesus e pelo rebanho que Ele confiou a Pedro, como Pastor de sua Igreja nascente.

Da mesma maneira que Jesus foi julgado, assim seus pastores e a sua Igreja, ainda hoje são julgados nos tribunais.  A pergunta feita no versículo anterior a esta leitura: “Com que poder fizeste isso?” (At 4,7) É a mesma pergunta que fazem hoje à Igreja e a seus padres. “Com que poder a Igreja quer dizer o que é certo ou errado sobre aborto, sobre camisinha, sobre casamento, sobre a vida?”. Hoje a Igreja continua sendo julgada nos sinédrios, e nos corações de quem ainda não conheceu a Deus. Hoje a vida, o ser humano, só tem o valor, se for “sadio”, sarado, der lucro e prazer. A vida tornou-se um bem pessoal e não de Deus.

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CNBB DIVULGA NOTA SOBRE O MOMENTO NACIONAL PDF Imprimir E-mail
Brasil

53ag plenrio-299x300Os bispos reunidos na 53ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), realizada de 15 a 24 de abril, em Aparecida (SP), avaliaram a realidade brasileira, “marcada pela profunda e prolongada crise que ameaça conquistas, a partir da Constituição Cidadã de 1988, e coloca em risco a ordem democrática do País”. Leia, na íntegra, a nota:

Nota da CNBB sobre o momento nacional

“Entre vós não deve ser assim” (Mc 10,43).

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, reunida em sua 53ª Assembleia Geral, em Aparecida-SP, no período de 15 a 24 de abril de 2015, avaliou, com apreensão, a realidade brasileira, marcada pela profunda e prolongada crise que ameaça as conquistas, a partir da Constituição Cidadã de 1988, e coloca em risco a ordem democrática do País. Desta avaliação nasce nossa palavra de pastores convictos de que “ninguém pode exigir de nós que releguemos a religião para a intimidade secreta das pessoas, sem qualquer influência na vida social e nacional, sem nos preocupar com a saúde das instituições da sociedade civil, sem nos pronunciar sobre os acontecimentos que interessam aos cidadãos” (EG, 183).
O momento não é de acirrar ânimos, nem de assumir posições revanchistas ou de ódio que desconsiderem a política como defesa e promoção do bem comum. Os três poderes da República, com a autonomia que lhes é própria, têm o dever irrenunciável do diálogo aberto, franco, verdadeiro, na busca de uma solução que devolva aos brasileiros a certeza de superação da crise.

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DE ONDE VIM... PARA ONDE VOU PDF Imprimir E-mail
Pe. Manoel Henrique

20150420164910Estou vindo de um tempo de 41 anos de ministério presbiteral. Estou vindo de um tempo de quatro anos sem paróquia, sem lugar certo, a não ser a Missa da tarde do sábado da Igreja das Graças, com o Padre Ernesto. Estou vindo de um tempo incerto, inseguro até, perigoso, mas Deus venceu e eu cheguei. Muitos cuidaram de mim, zelaram carinhosamente por mim, sustentaram-me nas várias carências da vida. Estes amigos irmãos se juntaram a mim, vindos de lá do interior, de Viçosa, de Cajueiro, do Pilar, sobretudo, da Paróquia de São Pedro Apóstolo. Todos eles sabem e me acompanharam com presença e ajudas.

Estou vindo de um tempo de muito empenho, sacrifícios, de muitas alegrias, expectativas, aventuras, em Grenoble, na França e em Belo Horizonte, na PUC de Minas. Enfim, em novembro passado, aconteceu a minha defesa de Tese. A área de estudo foi a Linguística e Língua Portuguesa e na França o envolvimento se deu no Centro do Imaginário, estudos que ganharam importância na França e no mundo inteiro também. O meu tema, porém, se prende aos estudos da rica e pesquisada Religiosidade Popular, concentrando as atenções para Alagoas, rica de muitas histórias, chamando a atenção para o que Eduardo Hoornaert chama de Cristianismo Moreno.

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CELEBRAÇÃO DO 3º DOMINGO DE PASCOA - 2015 PDF Imprimir E-mail
Homilias
jesusapostolos19 de Abril de 2015
1ª Leitura: Atos 3,13-15.17-19
Salmo 4
2ª Leitura: 1 João 2,1-5a
Evangelho: Lucas 24,35-48
Vós sereis testemunhas”

No III Domingo da Páscoa, as leituras nos chamam a ter uma experiência com Jesus Ressuscitado em nossas vidas, e a testemunhá-lo, amando a Deus e fazendo a sua vontade.

A primeira leitura apresenta-nos, precisamente, o testemunho dos discípulos sobre Jesus. Pedro faz um discurso para os Judeus, começando por mostrar que o mesmo Deus, de Abraão, Isaac, e de Jacó, o Deus dos judeus, continua sendo fiel às suas promessas de libertação e foi ele que glorificou o Servo Jesus.

A expressão “Servo” lembra que em Jesus se realizam as profecias do “Servo Sofredor” do profeta Isaías. É que Jesus assume os pecados do povo e resgatando o pecado do mundo, como cordeiro imolado, liberta o povo através do sofrimento e da morte. 

Pedro denuncia o crime que o povo cometeu renegando Jesus, o Santo e justo trocando-o por um assassino que era Barrabás. Foi a rejeição dos judeus, que terminou levando Cristo à cruz. O plano de Deus estava sendo cumprido. A cruz fazia parte do plano de Deus, primeiramente porque nela se manifesta o pecado do homem e do que o homem, com seu pecado, é capaz. A humanidade pecadora, ainda hoje continua a matar Jesus. Num mundo que brinca com o pecado e já não leva a sério a gravidade de pecar, renegamos Jesus e o matamos em nosso coração. Olhemos a cruz e veremos o que nosso pecado provocou no filho de Deus. Na cruz de Jesus, Deus nos mostra a gravidade do nosso pecado. Como nos alerta hoje, nosso primeiro Papa, São Pedro: Com o pecado“Vós matastes o Autor da Vida!”.

Também foi na Cruz que Deus revelou até onde Deus é capaz de ir por amor a cada um de nós: ele é capaz de entregar, seu filho único, amado, para morrer escarnecido na cruz por nós. Mas, não acabou assim, Pedro, anuncia o grande acontecimento, a Boa-Nova, a grande mensagem de todas as leituras de hoje: “Deus o ressuscitou dos mortos”, Jesus está Vivo e todos nós, assim como os apóstolos, acreditamos porque Deus se manifestou em nossa vida. Nós como os Apóstolos, somos testemunhas de que Jesus ressuscitou.

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TEOLOGIA, CURA e LIBERTAÇÃO PDF Imprimir E-mail
Pe. Manoel Henrique

pobreza sem ideologiaNas décadas finais do século XX, eu vi nascer uma Igreja que olhou para os pobres e descobriu que eles precisavam de libertação e não de enganação, como então se fazia. Depois do Vaticano II (1962-1965) e depois da Conferência de Medellin (1968), presidida pelo alagoano Cardeal Avelar Brandão Vilela, a Igreja conciliar, através de lideranças como a de Dom Helder Câmara, assumiu sua identidade latino-americana e com isso passou a implantar uma Pastoral libertadora, que ensinava o seu povo a encontrar caminhos de independência, libertando-se das correntes colonialistas, lideradas pelos norte-americanos. De Padre Gustavo Gutierrez, professor universitário de Lima, veio a reflexão maior da América Latina, a Teologia da Libertação, que cresceu e foi disseminando uma nova onda de evangelização libertadora, não mais assistencialista e humilhante, mas conscientizadora. Os pobres descobriram-se como sujeitos de caminhada, agora alimentados pela Palavra de Deus, que permitia olhar para o Livro do Êxodo e encontrar Moisés, o Libertador dos Hebreus, escolhido por Deus. A Palavra de Deus uniu os pobres em Comunidades Eclesiais de Base, as Cebs, nascendo assim um verdadeiro novo jeito de ser Igreja. Mais tarde, na Igreja latino-americana, seus Bispos se reuniram em Puebla, sob a presidência do brasileiro Dom Aloísio Lorscheider, e assumiram uma opção evangélica pelos pobres.

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